terça-feira, 20 de julho de 2010

O que se espera de um candidato a Vice Presidente

TEXTO DEPUTADO FEDERAL CARLOS ZARATTINI

No Brasil a escolha dos candidatos a Vice Presidente da República, ou Vice Governadores, ou Vice Prefeitos tem se pautado pela ampliação das alianças partidárias. Por dois motivos: o primeiro e mais importante é a visão política da maioria dos partidos de que é muito difícil governar com o apoio de apenas uma força política. Mesmo em condições favoráveis nos parlamentos é importante compor uma chapa que dialogue com os mais amplos setores. É por isso que se escolhem vices de regiões diversas do candidato, ou de posições sociais até antagônicas, ou também casais. O segundo motivo é a necessidade de campanha de ampliar o tempo de rádio e TV, uma necessidade fundamental de uma época em que esses meios ainda são os principais para a comunicação de massa.

Mas, é fundamental que se escolha um Vice com capacidade de governar. Afinal, nada garante que o candidato possa exercer o mandato pelos quatro anos, e é por isso que existe a figura do Vice.

A aliança PT-PMDB apoiada por outros partidos optou por escolher um Vice representativo e com respeitabilidade para exercer a Presidência numa eventualidade. Michel Temer, um homem que já exerceu diversos cargos públicos, com larga experiência parlamentar, por três vezes Presidente da Câmara dos Deputados.

Já a aliança PSDB-DEM optou por uma jogada de marketing. Resolveu escolher um parlamentar jovem, Índio da Costa, com pouca experiência política que nem sequer representa a unidade do seu partido.

O resultado todos viram nesta semana. O candidato a Vice de Serra de comportou como um bate pau de campo de várzea. Saiu chutando o pau da barraca e comprovou que não tem capacidade para o cargo. E mais: comprovou que Serra não tem programa nem proposta, tem apenas a ambição de ganhar a qualquer custo. Mas, do jeito que vai, só vai ver o pó da derrota.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

NADA SEI

Companheiros, para relaxar um pouco a letra da minha musica preferida


Nada sei dessa vida

Vivo sem saber
Nunca soube, nada saberei
Sigo sem saber...



Que lugar me pertence
Que eu possa abandonar
Que lugar me contém
Que possa me parar...



Sou errada, sou errante
Sempre na estrada
Sempre distante
Vou errando
Enquanto tempo me deixar
Errando
Enquanto o tempo me deixar...



Nada sei desse mar
Nado sem saber
De seus peixes, suas perdas


De seu não respirar...
Nesse mar, os segundos
insistem em naufragar
Esse mar me seduz
Mas é só prá me afogar...



Sou errada, sou errante
Sempre na estrada
Sempre distante
Vou errando
Enquanto o tempo me deixar
Errando
Enquanto o tempo me deixar...




Sou errada, sou errante
Sempre na estrada
Sempre distante
Sou errada, sou errante
Sempre na estrada
Sempre distante
Vou errando

 Enquanto o tempo

Me deixar passar
Errando
Enquanto o tempo me deixar

                              Kid Abelha

quinta-feira, 8 de julho de 2010

DILMA PRESIDENTE 13


Das inúmeras razões que leva a votar na ex.ministra Dilma Rousseff para presidente da República, desde as conquistas simbólicas e concretas do governo Lula, passando pelo seu compromisso com as causas populares, até pelo fato de pela primeira vez na história republicana brasileira, uma mulher poder governar o país; é mister ressaltar que com ela o Brasil caminha peremptoriamente para dar a sua contribuição para que o mundo supere a lógica mercantil que viceja há mais de três décadas, rumo a um desenvolvimento social, econômica e ambientalmente sustentável.

Um desenvolvimento calcado na economia real, onde a produção e o trabalho voltem ser os protagonistas para a construção de uma cidadania internacional, em detrimento da especulação da banca financeira e dos fundos de investimentos, que produzem dinheiro e riquezas sem lastro em bens e serviços produzidos, causa direta da recente crise que abalou as convicções e os valores do capitalismo neoliberal.

Dilma é um quadro político que reúne um passado com fortes convicções ideológicas, o que a levou a ser vitimada pela prisão e tortura, um viés iluminista, verificado nas suas posturais e decisões absolutamente racionais, e um domínio sobre o processo de gestão pública estratégica – O PAC é exemplo disso -, fundamental para a condução e aprofundamento da vaga de mudanças no país, iniciadas com a advento da eleição do presidente Lula, em 2002..

Talvez este último aspecto seja o quê mais há de se ressaltar no perfil da ministra Dilma Rousseff , e sirva de contraponto e compensação ao fato dela não possuir rodagem política e eleitoral. Por outro lado, tendo ao seu lado para conduzir a sua campanha o presidente Lula, um mestre quando o assunto é eleição, e o PT, a ministra Dilma, inteligente e sensível como é, aprenderá rápido. Aliás, segundo observadores mais próximos, ela já revela sinais de claros de evolução nesse terreno.
 
Enfim, Dilma sucederá Lula porque o Brasil mudou, não vou aqui citar os números que comprovam tal assertiva. Mudou porque elevou a auto estima do seu povo, retirando grande parte dele da situação de miséria absoluta, gerando emprego e renda, e promovendo a mobilidade social.

E elevou a auto estima do seu povo, sobretudo, revelando que um dos seus pode ocupar o mais alto cargo público do país, e torná-lo um protagonista na cena política internacional. É, por essas e outras razões, que com o meu voto e o de milhões de brasileiros e brasileiras a ministra Dilma sucederá Lula na Presidência da República.


Eleições e Voto Consciente

Importância das eleições, importância do voto consciente, escolhendo um bom candidato


É muito comum ouvirmos que todos os políticos são iguais e que o voto é apenas uma obrigação. Muitas pessoas não conhecem o poder do voto e o significado que a política tem em suas vidas.

Numa democracia, como ocorre no Brasil, as eleições são de fundamental importância, além de representar um ato de cidadania. Possibilitam a escolha de representantes e governantes que fazem e executam leis que interferem diretamente em nossas vidas. Escolher um péssimo governante pode representar uma queda na qualidade de vida. Sem contar que são os políticos os gerenciadores dos impostos que nós pagamos. Desta forma, precisamos dar mais valor a política e acompanharmos com atenção e critério tudo que ocorre em nossa cidade, estado e país.

O voto deve ser valorizado e ocorrer de forma consciente. Devemos votar em políticos com um passado limpo e com propostas voltadas para a melhoria de vida da coletividade.

Em primeiro lugar temos que aceitar a idéia de que os políticos não são todos iguais. Existem políticos corruptos e incompetentes, porém muitos são dedicados e procuram fazer um bom trabalho no cargo que exercem. Mas como identificar um bom político?

É importante acompanhar os noticiários, com atenção e critério, para saber o que nosso representante anda fazendo. Pode-se ligar ou enviar e-mails perguntando ou sugerindo idéias para o seu representante. Caso verifiquemos que aquele político ou governante fez um bom trabalho e não se envolveu em coisas erradas, vale a pena repetir o voto. A cobrança também é um direito que o eleitor tem dentro de um sistema democrático.

Nesta época é difícil tomar uma decisão, pois os programas eleitorais nas emissoras de rádio e tv parecem ser todos iguais. Procure entender os projetos e idéias do candidato que você pretende votar. Será que há recursos disponíveis para que ele execute aquele projeto, caso chegue ao poder? Nos mandatos anteriores ele cumpriu o que prometeu? O partido político que ele pertence merece seu voto? Estes questionamentos ajudam muito na hora de escolher seu candidato.

Como vimos, votar conscientemente dá um pouco de trabalho, porém os resultados são positivos. O voto, numa democracia, é uma conquista do povo e deve ser usado com critério e responsabilidade. Votar em qualquer um pode ter conseqüências negativas sérias no futuro, sendo que depois é tarde para o arrependimento.